“Ele tem um jeito só dele de fazer com que eu me apaixone cada dia mais. Como quando no meio de uma conversa ele me interrompe, e diz: “Mor, eu te amo”. Ele não tem ideia do sorriso que se abre sem esforço em meu rosto, do friozinho na barriga que sinto, e nem de como meu mundo, simplesmente, pára. Me faz acreditar que valeu a pena cada minutinho de espera por ele. Ou como quando a gente discute e eu fico emburrada, ele diz: “E esse bico aí, hein? Vem aqui.”. E me puxa pra perto, me segura, me abraça forte, me enche de mimos e carinhos, e… pronto! Me ganhou, mais uma vez. Me faz querer morar ali naqueles braços, enormes, que conseguem me encaixar perfeitamente, o resto da vida. Ou como quando a gente se encontra e ele sorri, daquele jeitinho que me fascina. Aquele sorriso desarmado, cheio de brilho, que faz até o sol perder o encanto. Tão lindo! Como quando ele segura minha mão ou entrelaça os dedos nos meus, e a gente sai andando pelas ruas, juntinhos. E ao mesmo tempo que todo mundo nos olha, parece que não existe mais ninguém, sabe? Como se o mundo inteirinho fosse só nosso. Mas é assim que os apaixonados se sentem, não é? Quando ele me acorda por mensagem ou ligação, quando ele faz planos comigo, quando ele me fala que comentou sobre mim pra família dele, quando ele divide um problema ou um sonho ou um desejo, quando ele ri das minhas bobeiras, tudo, tudinho… Me faz querer ele sempre. Me faz amá-lo cada vez mais. E ser dele, só dele; com a mesma certeza de que o tenho só para mim.”
— Plenitude. (via escritosdaalma)


